Arquivo do mês: março 2016

Popular, não popularesco

Luiz Tatit gosta de conjugar o verbo. Seu novo disco chama-se Palavras e Sonhos. As palavras apontam o rumo das canções de um modo peculiar, mais falado que cantado, mais recitado que interpretado. Embora sempre se possa interpretar falando. Mas … Continuar lendo

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A periferia vai ao ataque

Dystopia é o primeiro disco do Megadeth com Kiko Loureiro (guitarra). Claro que o chefão continua sendo Dave Mustaine (vocal, guitarra). O barbudo Chris Adler (bateria) é prodigioso na velocidade que impõe aos bumbos simultâneos. Condutor da locomotiva, ele mantém … Continuar lendo

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Na cidadela do rock

Eu ouviria qualquer banda com Philipe Nogueira na bateria. Ele arrebenta. O trabalho dele é impressionante. Por isso, não canso de ouvir Scalene. É lá que o Philipe está lotado. A banda nasceu em Brasília. Qualquer semelhança com Legião Urbana … Continuar lendo

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Duas gerações de cantoras negras

Alaíde Costa é uma dama da canção. Manuela Rodrigues é uma jovem que começa a ganhar destaque. Ambas estão com lançamentos na praça. Alaíde, soberana, apresenta-se ao lado de Gonzaga Leal em Porcelana. Manuela, expansiva, abre o sorriso e os … Continuar lendo

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A massa do rap e a erudição punk

Se não é o melhor rapper do Brasil, Marcelo D2 é o mais popular. Ele saiu da periferia, no sentido daquele azarão que corre por fora, e entrou na raia principal junto com os favoritos da corrida. Como azarão, ele … Continuar lendo

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